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Audiências Públicas fortalecem as lutas contra as reformas

03/04/2017

Àgua Fria, Caculé, Ibirapitanga e Anguera realizam audiência pública sobre Reforma da Previdência.

Escrito por: Ascom CutBahia- Jelber Cedraz

“As mulheres serão protagonistas na luta contra a retirada de direitos”, essa é a frase de ordem das audiências públicas por diversas cidades baianas. Desde as manifestações do dia 15 de março e 31 de março, várias cidades realizaram audiências públicas, Água Fria, Caculé, Ibirapitanga e Anguera.

No início das audiências, foram lidos documentos, enfatizando a importância da luta das mulheres contra a Reforma, estabelecendo estratégias de comunicação a parti da comunicação unificada para denunciar à sociedade o pacote de retirada de direitos propostos pela Governo golpista Temer.

De acordo com a secretária executiva da CUTNacional Elisangela Araujo alerta contra o fim de muitos sonhos. “Estamos debatendo a pauta regressiva do governo, que argumenta não ter dinheiro para os gastos sociais, mas não falta para o mercado financeiro e pagamento de juros. Os maiores penalizados com a Reforma da Previdência são os que não conseguirão sua aposentadoria integral, após décadas de contribuição. O golpe não era apenas para tirar a Dilma, mas sim para entregar o país, nossas riquezas. A palavra de ordem tem que ser as brasileiras nas ruas, pois se não seremos atropeladas”, alerta.

Dia 30 de março, em Água Fria, 31 de março, em Anguera, dia 1 de abril, em Caculé e dia 2 de abril, Ibirapitanga. A maratona de conscientização é fundamental desmistificar falsas verdades criadas pelo governo. “Eu nunca vi um conteúdo de reforma tão nocivo. O capitalismo pensa num Estado reduzido por qual outra razão acham que o ministério da previdência foi para o da fazenda”, pergunta a secretária.

De acordo com o presidente da Central Única dos Trabalhadores da Bahia (CUTBA) Cedro Silva as mulheres são as mais prejudicadas. “Com essa reforma nenhuma mulher mais alcançará essa aposentadoria, pois a nova proposta de previdência indica 49 de contribuição direta”, esclarece Cedro.

Não há déficit na seguridade social, afirma o DIEESE em Nota Técnica divulgada amplamente para imprensa, apesar da crise, “ela ainda resiste, se não fosse não se pagaria mais benefícios nesse país”, chama atenção o presidente Cedro pela falta de divulgação por parte da imprensa, em não querer alertar a população sobre a retira dos direitos.

A CUTBahia reforça a importância da mobilização contra a atual agenda do governo golpista.  A central é contra o capital e elite brasileira, que não ajuda a classe trabalhara e só deseja escravizar a população para o lucro. 

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